
StarkBank
Sobre a Empresa
#Quem somos:
A Starkbank está construindo a nova camada de infraestrutura financeira do Brasil.
Somos uma infraestrutura bancária nativa para empresas, que atua como base para operações de alto volume, com foco em automação, rastreabilidade e controle total do dinheiro.
#Por que fazemos o que fazemos:
A infraestrutura financeira do Brasil precisa evoluir.
Por décadas, empresas brasileiras aceitaram que operar com bancos era sinônimo de fricção, burocracia e falta de controle. Depender de processos manuais, conciliações externas e integrações frágeis se tornou rotina.
Nós existimos para quebrar esse ciclo.
Na StarkBank, não acreditamos em remendos.
Acreditamos em reconstruir do zero a infraestrutura bancária que empresas modernas precisam:
com APIs nativas, automação radical, rastreabilidade total e engenharia de excelência.
Porque empresa nenhuma deveria depender de planilhas para saber onde está seu dinheiro.
Nosso compromisso é com a clareza, velocidade e controle.
Entregamos autonomia através de tecnologia — para que engenheiros, CFOs e times de produto possam operar como bancos, sem precisar ser um.
Não vendemos software. Entregamos infraestrutura.
Nossa plataforma não é uma camada em cima de outra camada.
Ela é a fundação: construída para suportar alto volume, complexidade e regulação.
Conectamos sistemas legados ao futuro com código limpo, APIs bem pensadas e contratos confiáveis.
Somos radicais na engenharia e pragmáticos na entrega.
Acreditamos que tecnologia boa é aquela que desaparece:
funciona, escala, e não atrapalha.
Priorizamos a elegância, a confiabilidade e o poder nas mãos de quem constrói.
Nosso cliente é o time técnico. Nosso compromisso é com o impacto.
A StarkBank não está aqui para digitalizar o velho.
Estamos aqui para dar às empresas um novo jeito de operar dinheiro — direto na veia da infraestrutura nacional.
Porque no fim do dia, infraestrutura é o que permite tudo o resto acontecer.
#O que fazemos:
Nosso modelo de negócio é B2B, com APIs que permitem a grandes empresas operarem como verdadeiras fintechs: processando pagamentos, recebendo com adquirência, emitindo boletos, fazendo TEDs e Pix em larga escala — tudo isso sem depender de bancos tradicionais, conciliadoras ou sistemas legados.